TSE garante totalização de votos segura e auditável para eleições de 2026​‌​

TSE destaca segurança e transparência na totalização dos votos para as eleições de 2026.

TSE garante totalização de votos segura e auditável para eleições de 2026​‌​

Com as eleições de 2026 se aproximando, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça a segurança e a transparência do sistema eletrônico de votação. O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, destacou que o processo de votação e totalização é descentralizado e público, permitindo a verificação dos dados em cada seção eleitoral.

Apuração e Transparência

Valente explicou que a apuração dos votos começa na própria seção eleitoral. Após o encerramento da votação, a urna eletrônica registra os resultados e imprime um boletim, que é afixado no local. Os dados também são disponibilizados posteriormente pela Justiça Eleitoral.

Segurança dos Dados

Os arquivos com os resultados são retirados das urnas e transmitidos por canais criptografados. Antes da totalização, eles passam por verificações rigorosas para garantir que foram gerados pela urna correta e possuem a assinatura digital correspondente. "Não é só receber e somar. Tudo é verificado", afirmou Valente.

Fiscalização e Auditoria

O secretário ressaltou que partidos, candidatos e instituições fiscalizadoras têm acesso a diversas etapas do processo eleitoral. Atualmente, o sistema oferece dezenas de oportunidades para fiscalização e auditoria, aumentando a confiança no processo.

Biometria e Recontagem

A biometria é uma das camadas de segurança do sistema, garantindo que apenas eleitores identificados possam votar. Em caso de questionamentos sobre os resultados, as urnas e registros digitais permanecem lacrados para auditorias. Valente lembrou que a recontagem pode ser solicitada à Justiça Eleitoral, caso haja justificativas.

Desinformação e Segurança

Respondendo a críticas sobre a segurança das urnas eletrônicas, Valente destacou que não há registros de fraudes comprovadas desde a implementação do sistema em 1996. O modelo atual substituiu o sistema de cédulas de papel, que apresentava casos documentados de fraudes. A possibilidade de fiscalização contínua é um dos principais elementos de segurança do sistema.

Para Valente, a participação ativa de partidos e instituições é fundamental para fortalecer a confiança no processo eleitoral, que ele considera um dos mais seguros e modernos do mundo.

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